domingo, 15 de novembro de 2020

COM AS MÃOS DA JUSTIÇA


Eita que chegou o dia, o momento de sacar sua arma, de fazer justiça com as próprias mãos, o dia da eleição.

Vamos para as urnas, sigamos firmes e fortes, com a vontade da mudança, com a necessidade de sairmos do buraco que nossas escolhas anteriores nos colocou.

Munidos do sentimento de justiça (social), de vermos os recursos da nossa cidade bem aplicados e cheios de esperança de que tudo pode mudar.

Pois apesar de se identificar nas campanhas os mesmos candidatos posando de amigos do povo sempre há uma opção, vai ter alguém que se sobressai nessa multidão de promessas vazias, abraço e sorrisos falsos.

É preciso ter olhos pra ver e atitude para votar certo.

E qual voto é certo? Como identifico aqueles que trabalharam ou que vão trabalhar para melhorar a vida da população?

Questões complexas eu sei, mas numa breve pesquisa dos últimos 4 anos se identifica o que foi feito por nossos representantes, numa breve análise do seu representante do legislativo  dos últimos 4 anos você descobre se ele fez força ou careta na hora de lutar por melhoria de vida da população.

Não tenhamos medo de usar nosso poder, de sacar nossas armar, de fazer justiça.

Pois as urnas é o lugar de fazer justiça com as próprias mãos.

Vamos as urnas e sejamos felizes. 


Vicente Killiam 15/11/2020

sábado, 14 de novembro de 2020

Capitanias hereditárias

 CAPITANIAS HEREDITÁRIAS



Quando o Brasil foi "descoberto" para viabilizar a ocupação da nova terra, o dividiram em capitanias hereditárias.

O tempo foi passando, o país foi se desenvolvendo até chegar onde estamos.

Mas vejo que algo continua bem parecido com a época do descobrimento.

Como o nome por si só já identifica, as capitanias hereditárias eram passada de pai para filho ou para algum herdeiro direto.

Transportando-nos para a atualidade, vemos que os nossos políticos continuam nos capitaneando e que, ao alcançar um degrau maior na sua carreira, tratam de colocar o seu herdeiro para que aquela vaga seja mantida em sua família.

Já repararam como tem herdeiros na nossa campanha política?

E alguns, para que fique bem identificado, ainda evocam o "nome do pai". Fato geralmente costumeiro aqui no Nordeste. Por exemplo: fulano de cicrano...

Sem falar no JÚNIOR, que já identifica a origem do herdeiro.

Já escutei de um político com cadeira no legislativo estadual que estava lançando seu herdeiro na política, e que era importante ter dois gabinetes: um na câmara municipal e o outro na assembléia legislativa. Coloca-se a seguinte questão: importante pra quem?

Pois para o povo não é.

Observo aqui do meu mundo, que temos capitães e herdeiros em todas as esferas de poder. Das câmaras de vereadores à presidência da República.

Se isso é bom para o povo? Resposta: não é. O povo é tratado como gado dentro dos seus currais eleitorais, sendo importante apenas no dia das eleições.


Vicente Killiam 14/11/2020.